Neste episódio do Podcast Triple I, o Dr. Alberto Rodolpho Hüning traz os highlights do ACC 2024 (Congresso do American College of Cardiology): dois artigos que foram publicados no New England – DEDICATE e SMART trial.
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No novo episódio do Podcast Triple I, o Dr. Vitor Rosa explica como diferenciar endocardite infecciosa de câmaras esquerdas e direitas.
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No novo episódio do Podcast Triple I, a Dra. Layara Lipari explica como diagnosticar e tratar a endocardite infecciosa relacionada a dispositivos cardíacos eletrônicos implantáveis.
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No novo episódio do Podcast Triple I, o Dr. Thiago Abizaid e Dr. Rafael Bergo recebem o Dr. Pedro Melo para um bate-papo sobre assistência ao infarto com supra na hemodinâmica.
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No novo episódio do Podcast Triple I, a Dra. Daniella Nazzetta esclarece quais são as complicações à distância da endocardite infecciosa e como diagnosticar e tratar a condição.
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A endocardite infecciosa (EI) de valvas direitas representa aproximadamente 5 a 10% dos pacientes com endocardite infecciosa, sendo que os principais fatores de risco incluem a presença de cardiopatias congênitas cianogênicas, cateteres permanentes, dispositivos cardíacos eletrônicos implantáveis, imunossupressão e uso de drogas injetáveis.
O microrganismo mais prevalente na EI do lado direito é o Staphylococcus aureus e a valva tricúspide é muito mais frequentemente envolvida do que a valva pulmonar.
O quadro clínico envolve febre, bacteremia e sintomas pulmonares como tosse, dor torácica e hemoptise, estes últimos relacionados à embolização séptica pulmonar. A EI do lado direito raramente se espalha para as câmaras esquerdas, porém o contrário não é incomum. Quando presente, a insuficiência cardíaca decorre da insuficiência da valva tricúspide e/ou pulmonar ou pela hipertensão pulmonar induzida pelas embolizações sépticas.
Dentre os critérios de Duke, o critério de imagem frequentemente se limita à adequada avaliação proporcionada pela ecocardiografia transtorácica, em vista da localização anterioriozada da valva tricúspide e do tamanho geralmente grande das vegetações na EI do lado direito. A ecocardiografia transesofágica, entretanto, é recomendada em todos os pacientes com suspeita de endocardite relacionada a dispositivos cardíacos, com ou sem hemoculturas positivas, independentemente dos resultados da ecocardiografia transtorácica, para avaliar a presença de infecção nos cabos e nas valvas cardíacas (I/C). A tomografia computadorizada é útil para identificar doenças pulmonares concomitantes, incluindo infartos e abscessos, embora estes sejam raros na EI do lado direito. A Tomografia por Emissão de Pósitrons com 18F-Fluorodesoxiglicose (FDG-PET) e a ecocardiografia intracardíaca têm sido empregados para avaliação da valva pulmonar, uma vez que mesmo a ecocardiografia transesofágica pode ter dificuldade na avaliação de vegetações nesta topografia.
A EI do lado direito geralmente apresenta um quadro clínico mais benigno do que a EI do lado esquerdo, podendo ser tratada com antibioticoterapia em cerca de 90% dos pacientes. As taxas de mortalidade em pacientes usuários de drogas injetáveis e EI de câmaras direitas são relativamente mais baixas, provavelmente devido à idade jovem desses pacientes, embora as taxas de recidiva sejam maiores neste perfil. Assim como os pacientes com EI de câmaras direitas relacionadas a dispositivos eletrônicos cardíacos implantáveis têm pior prognóstico, pacientes imunocomprometidos, especialmente afetados por infecções fúngicas, tem prognóstico muito ruim.
Os Staphylococcus aureus e cocos coagulase-negativos são responsáveis pela maioria dos casos de EI do lado direito, com S. aureus predominando em pacientes usuários de drogas injetáveis e cocos coagulase negativos em portadores de dispositivos implantados. As taxas de MRSA (Staphylococcus aureus resistente à meticilina) são crescentes e o agente Streptococcus spp. é incomum, podendo ser encontrado em diabéticos e alcoolistas. Pseudomonas aeruginosa e outros Gram-negativos raramente estão empregados, enquanto a Candida albicans aparece principalmente em pacientes imunocomprometidos, lhes conferindo pior prognóstico.
O tratamento com antibióticos empírico deve ser realizado com vancomicina devido risco de infecção por bactérias MRSA. Após isolamento do agente, a terapia deve ser ajustada e o tempo estimado padrão é de 4-6 semanas.
Em aproximadamente 10% dos casos de EI do lado direito será indicada a intervenção cirúrgica e deve-se dar preferência pelo reparo da valva tricúspide ao invés da substituição valvar (IIa/B) em vista de melhores resultados a curto e longo prazo, tanto em relação à recorrência de endocardite quanto à necessidade de nova cirurgia. Quando a extensão da destruição valvar impede o reparo e a substituição valvar é necessária, a preferência é por próteses biológicas devido aos riscos do uso de anticoagulação vitalícia em próteses mecânicas e do tromboembolismo no coração direito.
O tratamento cirúrgico deve ser considerado nos seguintes cenários nos casos de endocardite direita:
– Insuficiência cardíaca direita secundária a regurgitação tricúspide severa não responsiva a diuréticos (I/B)
– Vegetação persistente com insuficiência respiratória necessitando de suporte ventilatório após embolias pulmonares recorrentes (I/B)
– Vegetações persistentes na valva tricúspide >20 mm após episódios recorrentes de embolia pulmonar (I/C)
– Pacientes com envolvimento simultâneo de estruturas cardíacas esquerdas (I/C)
– Pacientes que estejam recebendo terapia antibiótica adequada e apresentem bacteremia persistente após pelo menos uma semana de antibioticoterapia adequada (IIa/C)
A remoção da carga séptica (debulking) de massas sépticas intra-auriculares direitas por aspiração em pacientes com alto risco cirúrgico tem sido discutida (IIb/C). Quando a EI de câmaras direitas está associada a dispositivos eletrônicos cardíacos implantáveis, a extração completa do dispositivo deve ser considerada mesmo sem envolvimento definitivo dos cabos, levando em conta o patógeno identificado e a necessidade de cirurgia valvar. (IIa). Quando indicado, a reimplantação definitiva deve ser realizada em um local distante do gerador anterior, o mais tardar possível, após a resolução dos sinais e sintomas de infecção, e com hemoculturas negativas por pelo menos 72 horas na ausência de vegetações, ou negativas por pelo menos 2 semanas se vegetações forem visualizadas(I/C).
Literatura sugerida: 2023 ESC Guidelines for the management of endocarditis
Assista ao video
A endocardite infecciosa de câmaras direitas e esquerdas são diferentes – você sabe diferenciar, diagnosticar e tratar?
Dr. Vitor Rosa explica o assunto no último episódio da série Fundamentos em Doenças Valvares – tudo o que você precisa saber sobre endocardite infecciosa.
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No novo episódio do Podcast Triple I, o Dr. Thiago Abizaid e a Dra. Brunna Pileggi discutem as evidências mais recentes em proteção cerebral na realização da Tavi.
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No novo episódio do Podcast Triple I, a Dra. Mariana Pezzute Lopes explica qual é a importância e o que dizem as diretrizes sobre profilaxia de endocardite infecciosa.
Este conteúdo faz parte da série Fundamentos em Doenças Valvares – tudo o que você precisa saber sobre endocardite infecciosa, que já está com aulas disponíveis na plataforma.
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Situações especiais: endocardite de dispositivos intracardíacos
As infecções relacionadas a dispositivos cardíacos eletrônicos implantáveis (DCEIs) são complicações relacionadas a dispositivos como marcapassos, desfibriladores implantáveis e ressincronizadores. Elas podem ser locais, ou seja, relacionadas à loja do gerador ou infecções mais graves e sistêmicas como é o caso da endocardite infecciosa. Em uma série brasileira de cerca de 500 casos de endocardite ocorridos em um período de 17 anos, cerca de 7% foram relacionados a dispositivos intracardíacos.
As infecções locais são a apresentação mais comum das infecções de DCEI, representando 60% dos casos. São mais comuns logo após o procedimento cirúrgico de implante ou troca do gerador, porém também podem ocorrer mais tardiamente tanto por contaminação local e erosão da pele adjacente ao dispositivo quanto por bacteremia.
O acometimento intravascular exclusivo, ou seja, endocardite sem comprometimento da loja do gerador, ocorre em cerca de 20% dos casos, principalmente por bacteremia relacionada a infecção de outro foco (tromboflebite, osteomielite, pneumonia, cateteres vasculares contaminados ou infecção bacteriana originada da pele, boca, trato gastrointestinal ou urinário).
A etiologia varia com relação ao tipo de infecção – se localizada ou sistêmica – e na série de casos de endocardite já mencionada, a maior parte foi de origem nosocomial, correspondendo a cerca de 50% dos casos, seguida de comunitária em cerca de 30% e finalmente cerca de 20% relacionada à assistência à saúde não nosocomial. O principal patógeno identificado foi o Staphylococcus aureus, seguido por gram-negativo não HACEK e fungos.
As principais complicações foram insuficiência renal aguda, embolização, insuficiência cardíaca aguda e nessa série a mortalidade hospitalar foi de 40% dos casos.
O diagnóstico definitivo de infecção relacionada a dispositivos se fundamenta na presença de coleção purulenta ou exteriorização do dispositivo ao exame físico; do crescimento de microrganismos em hemoculturas e da presença de vegetações na valva tricúspide ou em cabos e eletrodos evidenciada pelo ecocardiograma transesofágico (PET-CT pode ser recomendado quando necessário).
Os fatores de risco para infecções relacionadas a DCEIs incluem reoperações (incluindo implante de dispositivo e troca de gerador), história de infecção de dispositivo prévia, febre antes do implante, idade jovem, tipo de dispositivo (como ressincronizador) e comorbidades como insuficiência renal, doença pulmonar obstrutiva crônica, diabetes, insuficiência cardíaca, dermatite e outras.
As medidas com classe de recomendação I para prevenir infecção de dispositivos são: postergar o procedimento em pacientes com infecção vigente, evitar dispositivos invasivos (marcapasso provisório e acesso venoso central) sempre que possível e, quando utilizados, idealmente, devem ser removidos antes da introdução do dispositivo; evitar hematoma de loja (quando possível, suspender antiplaquetários, evitar “ponte” com heparina, dentre outros), fazer a antibioticoprofilaxia pré-operatória adequada. Outras medidas como o uso do envelope antibiótico, antibiótico pós-operatório podem ser indicadas em alguns casos e a drenagem de hematomas deve ser contraindicada.
O tratamento tem como bases a antibioticoterapia, o suporte clínico e a cirurgia de extração do dispositivo quando indicada. A antibioticoterapia deve ser introduzida baseada na hemocultura e só deve ser iniciada empírica e precocemente caso o paciente esteja instável ao momento do diagnóstico. O acometimento do dispositivo demarca maior gravidade e implica na conduta de remoção. O diagnóstico deve ser feito de maneira precisa, pois a retirada desnecessária do dispositivo também implica no risco do procedimento de extração. Para implantes recentes o procedimento de explante costuma ser tecnicamente mais fácil, mas de maneira geral, a extração somente deverá ser realizada quando o paciente estiver estável tanto do ponto de vista hemodinâmico quanto infeccioso, haja vista os riscos associados ao procedimento (principalmente por aderências).
Para pacientes com infecção relacionada ao dispositivo confirmada, seja ela local ou sistêmica, está recomendado remoção completa do sistema, por isso é importante buscar a confirmação da infecção e, em casos de bacteremia sem confirmação adequada, a conduta de remover o dispositivo também deve levar em consideração o patógeno envolvido, reforçando aqui também a importância da coleta das culturas antes da antibioticoterapia.
Nos casos de infecção superficial, o tratamento pode ser feito exclusivamente com antibioticoterapia porém nos casos de infecção de dispositivo, além da indicação de explante o grau de acometimento determina o tempo de antibioticoterapia, sendo de até 4 a 6 semanas nos casos de endocardite com vegetação em valvas ou nos cabos do dispositivo e embolização.
Após a extração é importante sempre questionar e reavaliar a indicação do dispositivo para então definir o melhor momento para o procedimento. O implante do novo dispositivo deve ser realizado somente após remissão completa do processo infeccioso, e deve ser definido em função do quadro clínico, indicando dispositivos temporários (quando essenciais) até que se estabeleça o melhor momento para reimplante do dispositivo, que deve ser implantado preferencialmente em um local diferente, como o sítio contralateral. O procedimento deve ser evitado ou adiado, sempre que possível, até que os sinais e sintomas de infecção local e sistêmica sejam completamente resolvidos e nos pacientes dependentes de marcapasso, é recomendado o uso de um dispositivo temporário no mesmo lado do sistema removido, enquanto aguardam o novo implante definitivo. A diretriz europeia menciona ainda que o cenário ideal para o reimplante envolve culturas negativas por tempo igual ou superior a 72h na ausência de vegetações ou pelo menos 2 semanas quando ainda houver vegetações ao ecocardiograma.
Em resumo, a profilaxia da infecção de dispositivos envolve medidas perioperatórias importantes, incluindo evitar dispositivos invasivos, evitar formação de hematoma e realizar profilaxia antimicrobiana. Para o tratamento das infecções relacionadas a dispositivos, a antibioticoterapia deve ser guiada por cultura e a cirurgia de explante é geralmente recomendada, por isso o diagnóstico precisa ser acurado, evitando indicações imprecisas de procedimentos invasivos e complexos. O reimplante, quando indicado, deve ser realizado após o tratamento e controle do quadro infeccioso e distante do sítio prévio para minimizar o risco de recorrência.
Referências:
1- Tarasoutchi F, Montera MW, Ramos AIO, Sampaio RO, Rosa VEE, Accorsi TAD, et al. Atualização das Diretrizes Brasileiras de Valvopatias – 2020. Arq Bras Cardiol. 2020; 115(4):720-775.
2 – Delgado, V et al, ESC Scientific Document Group , 2023 ESC Guidelines for the management of endocarditis: Developed by the task force on the management of endocarditis of the European Society of Cardiology (ESC) Endorsed by the European Association for Cardio-Thoracic Surgery (EACTS) and the European Association of Nuclear Medicine (EANM), European Heart Journal, Volume 44, Issue 39, 14 October 2023, Pages 3948–4042, https://doi.org/10.1093/eurheartj/ehad193.
3 – Teixeira RA, Fagundes AA, Baggio-Junior JM, Oliveira JC, Medeiros PTJ, Valdigem BP, et al. Diretriz Brasileira de Dispositivos Cardíacos Eletrônicos Implantáveis – 2023. Arq Bras Cardiol. 2023; 120(1):e20220892
9 – Carvalho, MGB et al. Endocardite infecciosa associada a dispositivos cardíacos eletrônicos implantáveis: série de casos. The Brazilian Journal of Infectious Diseases, Volume 27, Supplement 1, 2023, 103154, ISSN 1413-8670, https://doi.org/10.1016/j.bjid.2023.103154.
Assista ao video
Como diagnosticar e tratar a endocardite infecciosa relacionada a dispositivos cardíacos eletrônicos implantáveis?
A Dra. Layara Lipari esclarece essa questão no décimo primeiro episódio da série Fundamentos em Doenças Valvares – tudo o que você precisa saber sobre endocardite infecciosa.
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No novo episódio do Podcast Triple I, Dr. Thiago Abizaid e Dr. Rafael Bergo continuam um bate-papo com o Dr. José Leônidas Alves Junior sobre hipertensão pulmonar e cateterismo direito.
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